A CIVILIZAÇÃO PERSA (IRÃ) ESTÁ LAVANDO A ALMA DO MUNDO CONTEMPORÂNEO CIVILIZADO
A CIVILIZAÇÃO PERSA (IRÃ) ESTÁ LAVANDO A ALMA DO MUNDO CONTEMPORÂNEO CIVILIZADO
Obrigado povo persa (iraniano). Com muito sacrifício e martírio, sua dignidade, coragem, altivez e orgulho milenar estão desmascarando a hipocrisia, covardia e barbárie criminosa de países e nações que vendem e sempre venderam uma falsa imagem de cristãos e democratas a favor do bem e da liberdade... diga-se em tempo: EUA e Israel.
Duas nações demoníacas que desde a segunda guerra mundial passam a falsa imagem de que são a representação do bem contra o mal. Este mal seria representado pelos países de viés religioso islâmico e muçulmano da região do oriente médio e dos países árabes, incluindo o Irã, uma nação persa.
Essas duas desgraças do mundo (EUA e Israel), atacaram covardemente o Irã em plena conversação de paz enquanto o Irã concordava em limitar suas pesquisas nucleares. Como é de costume, os EUA bombardearam o Irã e assassinaram suas lideranças de forma covarde e traiçoeira.
Em verdade, o interesse dos EUA , como ocorreu em todas as intervenções em outros países, não é pela preocupação humanística e democrática e sim pelas ambições econômicas que possam beneficiar os estadunidenses.
Porém, alguma coisa saiu do programado. A nação persa não sucumbiu ao pretenso poder ilimitado dos EUA e à saga genocida dos sionistas de Israel, representada pelo ¨neo Hitler¨ sionista Benjamin Netanyahu, responsável pela catástrofe humanística na região da palestina onde mais de 50 mil palestinos foram impiedosamente dizimados, com pelo menos a metade desses sendo crianças, mulheres e idosos.
Aliás, logo no início da agressão contra o Irã, os EUA bombardearam e assassinaram mais de 170 crianças do sexo feminino de uma escola de ensino fundamental (primário), a maioria filhas de líderes militares iranianos, com o intuito de abalar a moral dos comandantes iranianos.
Uma prova da ignorância ocidental sobre a milenar cultura persa. Essas inocentes meninas, com todo o indizível sofrimento dos seus pais e familiares, se tornaram mártires e motivo maior da união do povo iraniano.
Ao contrário, por uma questão de honra e respeito humanitário estabelecido em regras universais de guerra, os iranianos atacam somente bases militares e estruturas estratégicas do inimigo.
Por isso e muito mais, repito e reforço minha admiração e torcida por esse povo milenar e injustamente julgado pela mídia tendenciosa ocidental.
OBRIGADO IRÃ, OBRIGADO POVO PERSA... SEU SACRIFÍCIO NÃO SERÁ EM VÃO. O MUNDO CIVILIZADO VAI TER UMA ETERNA DÍVIDA COM VOCÊS EM NOME DE UMA FUTURA PAZ E ESTABILIDADE MUNDIAL SEM INTERFERÊNCIAS AUTORITÁRIAS DE PRETENSOS IMPÉRIOS.
PELO MENOS POR UM BOM TEMPO POIS A HUMANIDADE NÃO MUDA E NÃO APRENDE COM A HISTÓRIA. LOGO OS MESMOS EVENTOS SE REPETEM, COM OUTROS ATORES E OUTROS CENÁRIOS.
Marco Antônio Abreu Florentino
DELÍRIOS NA CAXEMIRA
O sol que bate na face me leva a viajar
Ser viajante que voa no espaço / tempo
Sonhar com estrelas que fazem delirar
Ouvindo anciões que só falam ao vento
Afinal o dia da revelação está pra chegar
Nas palavras deixam a marca da história
Onde estava que não ouvi o galo cantar?
Na areia meus olhos se enchem de glória
O caminho que me conduziu àquele lugar
Iluminado de amarelo pela luz do deserto
Pareceu marrom igual tudo que vejo do ar
Como quando estive voando a descoberto
Oh! pai dos quatro ventos, me ajuda a içar
As velas que me arrastam para terra firme
Queimada pelo sol e devastada pelo pisar
A poeira impede que o medo se aproxime
Onde estive foi um sonho ou pensamento?
Eu vejo o caminho, estou sempre sozinho
Em Junho retornarei com este sentimento
Indo pra Caxemira conforme o pergaminho
A tristeza me invade, mas não desespero
Nunca escondi meus pecados em oração
Ignoro se existe misericórdia, sou sincero
E talvez amanhã a lua me procure em vão
Marco Antônio Abreu Florentino
Poema tributo ao Led Zeppelin, banda de rock que, junto com The Beatles e Pink Floyd, são reconhecidas como as melhores de todos os tempos. A canção KASHMIR foi considerada pelos quatro componentes da banda como uma de suas melhores realizações musicais. Conforme Robert Plant, vocalista e compositor, é a canção definitiva do Led Zeppelin. Composta em 1973, no auge do grupo, período em que faziam uso de drogas pesadas, fiz uma releitura poética conforme minha interpretação pessoal. Na sexta e última estrofe, inseri versos modificados dos Rubaiyat, do poeta persa Omar Khayyam.
https://youtu.be/9vbeilE0UrQ
(KASHMIR - LED ZEPPELIN)
Marco Florentino
Enviado por Marco Florentino em 15/03/2026