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Marco Florentino
Em prosa e verso
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            Nasci no Rio de Janeiro em 1960, filho de pai paranaense e mãe cearense. Ainda criança fui morar em Curitiba/PR, onde vivi toda minha infância e parte da adolescência devido meu pai, oficial da aeronáutica, ser frequentemente transferido. 
            Aos quinze anos mudei para Fortaleza/CE e posteriormente Belém do Pará. Iniciei o curso de medicina e me formei aos 23 anos de idade. Comecei em Belém os cursos de filosofia e biologia, sendo este necessário para o inicio da minha vida laboral como professor de biologia e quimica.
            Após minha formatura médica fui convocado pela Marinha do Brasil para servir na Amazônia como oficial médico do Navio de Assistência Hospitalar Oswaldo Cruz, experiência inesquecível e fundamental para minha formação humanistica, conhecendo a vida dos povos ribeirinhos dos rios amazônicos, suas doenças, mazelas e sonhos. Faço parte de uma minoria de brasileiros que conhece verdadeiramente a Amazônia, seus rios, floresta e patrimônio humano.
            Depois de cinco anos residindo em Manaus, voltei para Fortaleza pela Caixa Econômica Federal na condição de médico do trabalho. Fui transferido para João Pessoa onde fiquei cinco anos naquela que considero a melhor cidade do Brasil para se viver, cuja qualidade de vida é inigualável, pelo menos na região nordestina. Nesta aprazível cidade cursei a graduação em filosofia pela UFPB e logo depois fui transferido para Natal, assumindo como professor de medicina preventiva e social da Faculdade de Medicina da UFRN. Voltando para Fortaleza, ingressei no mestrado em filosofia pela Univesidade Federal do Ceará. 
            Meu interesse pela literatura e filosofia vem desde a adolescência, ainda em Curitiba, quando cursei o antigo ginasial no maior colégio da América do Sul (Colégio Estadual do Paraná), que possuia uma excelente biblioteca, uma das maiores da cidade. Nessa época li meu primeiro livro: O SACI de Monteiro Lobato e depois cinco livros que muito me marcaram: Dom Quixote (Cervantes), Viagens de Guliver (Jonathan Swift), Vila dos Confins (Mário Palmério), Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant e O Nome da Rosa de Umberto Eco. A partir de então não parei mais de ler, construindo uma biblioteca na qual muito me orgulho, tendo preferência pelos gêneros romance, história e filosofia. 
            Escrevi meu primeiro texto em forma de conto chamado ¨Fronteiras da Solidão¨em João Pessoa para um concurso literário. Estou terminando um romance chamado ¨VOZES EM LAMENTOS¨ sobre minha experiência como estagiário de medicina em hospital psiquiátrico. Atualmente tenho me dedicado mais à poesia, pois descobri o enorme leque que se abre a esse estilo de literatura, principalmente os sonetos, na sua forma mais rígida e tradicional (parnasiana). Recebi influência do cordel nordestino, pois valorizo bastante as rimas.
            Tenho três filhos, sendo dois do primeiro casamento e uma adorável filha, ainda criança, chamada SOFIA, do segundo casamento, o qual me sinto realizado e feliz. É filha da minha maturidade, que me salvou, visto que em 2012 tive uma experiência com a morte devido um evento cardiovascular que me obrigou a fazer cirurgia cardíaca de revascularização miocárdica, procedimento que teve complicação grave no pós operatório, causando uma parada cardiorespiratória prolongada (morte clinica) por mais de meia hora. Tenho certeza que meu pensamento nela forneceu a energia necessária para que eu voltasse a viver. Enfim, retornei sem sequelas e hoje estou ai, vivendo cada momento como se fosse o último. Recentemente, em SET/2018, tive mais dois infartos, contabilizando quatro no total, sendo necessário a colocação de mais dois stents. Agora são quatro stents e três pontes vasculares.
            Meu pensamento filosófico tem influência no panteísmo de Espinoza, na dialética de Hegel e na analítica existencial de Martin Heidegger, considerado o mais importante filósofo do séc. XX, autor da obra fundamental ¨SER E TEMPO¨, o qual trabalhei na minha dessertação de mestrado e que diz: não existe passado, pois este nada mais é que projeção guardada na memória... e nem futuro, que é a elaboração mental de antecipação, portanto, se não há passado nem futuro, logo não há presente. O que existe é momento.
     
Meu E-MAIL: marcofloren@gmail.com